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O futuro do trabalho: como a tecnologia já está influenciando nossa forma de trabalhar?

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Muito se fala no que se passou a chamar de “o novo normal”, mas a verdade é que a pandemia do novo coronavírus traz mudanças profundas para o mundo inteiro, não só na nossa forma de se relacionar, como, também, na definição de prioridades e nos cuidados com a nossa saúde. No campo do trabalho, as mudanças foram ainda mais profundas, transformando as relações trabalhistas: a automação deu um salto extraordinário e o home office já é uma realidade sem volta.

Foi tudo muito rápido e inesperado. De um dia para o outro, as empresas precisaram buscar refúgio na internet para reencontrar seus clientes. Em todos os segmentos, isso foi notável e acelerou a transformação digital dos negócios. Num piscar de olhos, restaurantes, bares, mercearias, papelarias, bazares e o comércio em geral precisaram migrar para o digital, sem experimentações, sem planejamento, sem experiência alguma. As empresas de serviços também viveram o mesmo desafio, ao adotar o home office e as reuniões virtuais.

A acelerada automação, o uso do home office e a explosão do e-commerce são legados que a pandemia deixa de bom, se é que podemos falar em algo de bom de um momento tão difícil para a humanidade. Mas a verdade é que, mais do que nunca, o futuro do trabalho é hoje! Neste conteúdo, vamos falar sobre um tema absolutamente relevante: o futuro do trabalho: como a tecnologia já está influenciando nossa forma de trabalhar? Descubra como, seguindo na leitura.

O trabalho pós-Covid: o que mudou?

Em um primeiro momento, a perplexidade: empresas aos montes fechando as portas, demissões em massa, quedas avassaladoras de faturamento e o maior estrago na economia mundial. Não foi nada fácil encarar a pandemia do novo coronavírus de frente, e as incertezas se estabeleceram. Que rumo tomar? Ninguém sabia, mesmo porque de um dia para o outro o mundo simplesmente parou.

As transformações não foram poucas. Por conta da necessidade de isolamento social, o home office se tornou regra de ouro, e essa é a maior de todas as mudanças no futuro do trabalho, ao lado da intensa transformação digital das empresas. São mudanças que nada têm de temporário: gigantes como a Petrobras, por exemplo, já anunciaram a adoção do home office independente da pandemia. Mesmo quando tudo acabar, os profissionais administrativos continuarão a trabalhar dentro de suas casas.

A necessidade de utilizar todos os benefícios que a internet pode oferecer também está modificando o futuro do trabalho. Se a transformação digital e a automação de processos já era uma tendência inexorável rumo à Indústria 4.0, hoje é uma necessidade básica, que salva negócios. Não há mais como ignorar o meio digital, não importa o segmento da empresa. As vendas são digitais, as reuniões são digitais, os processos são digitais, portanto as empresas precisam ser digitais.

O home office veio para ficar?

Uma pesquisa promovida pela FIA Employee Experience (FEEx) aponta que nada menos do que 90% das empresas brasileiras aderiram a algum tipo de home office. Antes da pandemia, apenas 43% das empresas ofereciam algum tipo de trabalho remoto. E o trabalhador gostou disso: uma pesquisa da consultoria Robert Half com 800 trabalhadores de todo o país mostra que 86% dos entrevistados querem continuar trabalhando de casa.

O que os especialistas dizem é que o home office veio, sim, para ficar, mas ainda se discute em que bases o trabalho remoto deve acontecer no futuro do trabalho. Alguns problemas precisam ser discutidos e resolvidos, como maiores jornadas de trabalho, a dificuldade de separar a vida profissional e pessoal, o medo da demissão e a adoção de novas tecnologias. Muitos falam em um sistema híbrido, prevalecendo o trabalho remoto, com a realização de reuniões presenciais regulares.

Um amplo estudo da consultoria global McKinsey com mais de 800 ocupações apontou as categorias de trabalho que mais variam em termos de proximidade física. Quanto maior a pontuação, mais interação física o segmento precisa e mais disrupções ele sofrerá no futuro do trabalho. Ou seja, as transformações serão maiores nestes segmentos que exigem maior nível de proximidade física. Alguns exemplos de pontuação:

  • Hospitais e clínicas – 87 pontos
  • Salões de beleza e academias – 83 pontos
  • Varejo e bancos – 76 pontos
  • Restaurantes e hotéis – 75 pontos
  • Casas de repouso – 70 pontos
  • Fábrica, cozinhas e depósitos – 70 pontos
  • Escolas – 68 pontos
  • Empresas de transporte – 58 pontos
  • Construção civil – 54 pontos

O trabalho remoto e as reuniões virtuais no futuro do trabalho

O estudo da McKinsey analisou mais de 2 mil tarefas de mais de 800 ocupações e aponta que de 20% a 25% da força de trabalho em economias avançadas poderão trabalhar em casa de três a cinco dias por semana. Foram ouvidos 278 executivos, que,  em média, planejam a redução de 30% do espaço destinado a escritórios. Também se chegou à conclusão que 20% das viagens a negócios serão suprimidas efetivamente.

As tecnologias que permitem reuniões online facilitam e garantem o trabalho remoto. E essa é uma realidade tão forte no futuro do trabalho que está se institucionalizando e se tornando legal. Há vários projetos de lei, por exemplo, que tornam legal o uso das reuniões virtuais para assembleias, por exemplo. 

O e-commerce e o futuro do trabalho

O e-commerce ganhou uma força jamais vista durante a pandemia do novo coronavírus, e decerto que isso tem uma influência enorme sobre o futuro do trabalho. Segundo a McKinsey, a participação do e-commerce cresceu a uma taxa de duas a cinco vezes mais do que antes da Covid 19, e 75% das pessoas que usaram canais digitais pela primeira vez durante o isolamento social continuarão a fazê-lo mesmo quando a pandemia acabar. A telemedicina e o uso do internet banking também dispararam fortemente.

A aceleração da automação e do uso de Inteligência Artificial (IA) 

A Covid 19 estimula a adoção da automação e, também, da Inteligência Artificial (IA). A McKinsey revela, segundo suas pesquisas, que dois terços dos 800 executivos seniores entrevistados garantem que suas empresas estão aumentando os investimentos em automação e IA. Na China, o número de produção de equipamentos de robótica já supera os níveis pré-pandemia desde junho de 2020, no início do isolamento social.

A adoção da automação e da IA está sendo mais forte em depósitos, supermercados, call centers e fábricas, e o objetivo é a redução da presença do número de pessoas no local de trabalho e o aumento da capacidade de atendimento da demanda. Segundo a McKinsey, as categorias de trabalho com mais altos níveis de interação humana são as que mais investirão e utilizarão a adoção da automação e da IA no futuro do trabalho.

Como ficarão os empregos no futuro do trabalho?

Novas ocupações surgirão, e essa é mesmo uma demanda da Indústria 4.0. O estudo produzido pela McKinsey aponta que haverá um impacto negativo maior nos empregos relacionados aos trabalhadores de serviços de alimentação, vendas ao consumidor e funções de serviços em geral, assim como funções de suporte administrativo que requerem qualificações mais baixas. Haverá mais empregos, no entanto, em depósitos e empresas de transporte, por conta da explosão do e-commerce.

Segundo a consultoria global, os Estados Unidos poderão eliminar 4,3 milhões de empregos nas áreas de atendimento ao cliente e alimentação, mas devem criar 800 mil postos de trabalho na área de transportes. A McKinsey afirma que até 25% dos trabalhadores poderão ser obrigados a mudar de ocupação em relação a antes da pandemia no futuro do trabalho

Isso significa, segundo os estudos, que mais de 100 milhões de trabalhadores – um em cada 16 – terão que encontrar uma nova ocupação até 2030, em um cenário pós-Covid. É um número bem significativo! Antes da epidemia, a estimativa era de apenas 6%.

As 15 profissões do futuro, segundo o Linkedin

O Linkedin liberou um estudo sobre o futuro do trabalho, que mostra as 15 principais profissões do futuro:

  1. Especialista em inteligência artificial;
  2. Engenheiro de robótica;
  3. Cientista de dados;
  4. Engenheiro full stack (engenheiro que cuida de projetos de ponta a ponta, do começo ao fim);
  5. Engenheiro de confiabilidade do local (analisa sistemas);
  6. Especialista em sucesso do cliente; 
  7. Representante de desenvolvimento de vendas;
  8. Engenheiro de dados;
  9. Técnico de saúde comportamental; 
  10. Especialista em segurança cibernética;
  11. Desenvolvedor de back-end (dinamização de sites);
  12. Diretor de receita (estrategista para gestão de receitas);
  13. Engenheiro de nuvem;
  14. Desenvolvedor Javascript;
  15. Product Owner (gestor de projetos de produtos práticos).

Como as empresas devem se preparar para um futuro muito próximo?

Ampliar a infraestrutura digital é o desafio para se preparar para o futuro do trabalho – e do mercado também. E preparar a equipe para utilizá-la, igualmente. A transformação digital jamais acontece apenas com tecnologia, a adesão dos profissionais é absolutamente fundamental. Mesmo porque a questão central é: para que serve a tecnologia e como ela pode atuar para melhorar os resultados das empresas? 

Ou seja, ao mesmo tempo em que as empresas precisam investir em tecnologia, se transformando digitalmente, precisam investir, também, na capacidade das pessoas. É preciso estabelecer uma mudança de cultura para se preparar para o futuro do trabalho!

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