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18 inovações na indústria alimentícia que você não pode ignorar

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As pessoas mudam, os consumidores se transformam, as inovações surgem e as empresas precisam acompanhar muito de perto esse cenário, para se adequarem e não perderem mercado. 

Produtos inteligentes, novos processos, transformação digital e serviços e tecnologias cada vez mais avançadas ditam as regras da inovação alimentar. As grandes empresas de alimentos e bebidas do mundo inteiro estão procurando fazer ofertas saudáveis e nutritivas, de forma mais sustentável, comprometida socialmente e buscando a personalização. Ou seja, é preciso permitir que o consumidor personalize o seu produto.

Mas quais são as principais inovações da indústria alimentícia? O que de novo está acontecendo pelos cinco continentes?  Listamos 18 inovações na indústria alimentícia que sua empresa precisa prestar atenção. Afinal, mais do que nunca é preciso atender aos anseios do consumidor, oferecendo exatamente o que ele quer. Os resultados agradecem!

1. Indústria 4.0

A chamada indústria 4.0 trouxe uma revolução tecnológica para a indústria de alimentos, com mudança de mindset e a adoção de novos modelos produtivos e mais eficientes. Já fazem parte da realidade de muitas empresas o uso da internet das coisas, impressoras 3D, manufatura híbrida, simulações, Big Data, fusão e conexão entre processos e máquinas e robótica avançada.

2. Embalagens ecológicas 

A preocupação com as embalagens é uma tendência que veio para ficar. Uma startup da Indonésia está substituindo o plástico por uma matéria-prima ecológica que não requer fertilizante e absorve CO2 . E, acredite, é comestível.

3. Responsabilidade Social

Empresas socialmente responsáveis têm a preferência do consumidor, e isso é uma tendência que veio para ficar. A preocupação não é apenas ambiental e com a sustentabilidade, mas também sobre as relações comerciais e pessoais.

4. Alergia alimentar nunca mais

Uma empresa americana desenvolveu uma tira de teste descartável que traz um sensor de alergênicos alimentares: o consumidor poderá descobrir se o produto tem um potencial alérgeno imediatamente, antes de consumi-lo.

5. Rastreabilidade

A tecnologia da rastreabilidade está sendo muito utilizada pela indústria alimentícia para reforçar o controle de qualidade dos produtos. As embalagens recebem códigos de identificação, que garantem o controle de todos os processos de produção. Além disso, os clientes recebem informações objetivas e acessíveis sobre a fabricação de cada item e as matérias-primas utilizadas.

6. Produtos de plantas (plant-based)

São produtos produzidos em laboratório, que oferecem sabor e textura muito semelhantes, ou mesmo idênticos, a carnes bovinas e suínas. Esta inovação, adotada por gigantes do setor alimentício, atende ao desejo dos consumidores por proteínas vegetais, um mercado em pleno crescimento.

7. Uso do zíper nas embalagens

Nada mais irritante do que fechar aquelas embalagens de molho de tomate com um pregador de roupa! O uso do zíper em embalagens diversas é prático e higiênico e já virou tendência. A zip pack é a máquina que produz esse tipo de fechamento de embalagens. Especialistas dizem que muito em breve o uso do zíper será absolutamente predominante.

8. Uso da inteligência artificial (IA)

Sim, a indústria de alimentos utiliza a IA para classificar produtos a serem fabricados, no serviço de atendimento ao cliente e, claro, na pesquisa e desenvolvimento de novos produtos alimentícios. Cientistas garantem que mais para frente teremos um algoritmo de previsão de memória, sabor e gostos desde a infância. Eles preveem que a partir da análise do DNA da saliva, será possível personalizar pratos e alimentos.

9.Marca própria

Esta é uma das inovações que começam a ser largamente utilizadas no Brasil também. Grandes redes de supermercado e cadeias de lojas adotam a marca própria, em produtos cuja produção é totalmente terceirizada. Em geral, os preços são mais em conta e há uma identificação do cliente, gerando mais resultados e fidelidade.

10. Coating +

A novidade vem da Nigéria e foi vencedora do Thought for Food Challenge: pesquisadores da Universidade de Ilorin desenvolveram uma cobertura orgânica para alimentos frescos, que aumenta o tempo de validade do produto. O Coating+ é biodegradável, não altera o sabor dos alimentos e, se não bastasse tudo isso, aumenta o valor nutricional do produto. Em média, garantem os pesquisadores, o produto dobra o tempo de validade de frutas e verduras. Soluções como esta se multiplicam pelo mundo afora.

11. Saudabilidade e bem-estar em primeiro lugar

O consumidor quer comer algo gostoso, mas não abre mão da sua saúde e do seu bem-estar. Por isso, está exigindo alimentos saudáveis, com redução de ingredientes que fazem mal, como açúcar, sódio e gorduras, preferindo o uso de ingredientes naturais. Segundo pesquisa da agência Mintel, entre setembro de 2016 e agosto de 2017 11% dos produtos globais de alimentos e bebidas lançados atendiam aos vegetarianos; essa porcentagem era um pouco menor do que 4% entre setembro de 2006 e agosto de 2007. Neste mesmo período, alimentos e bebidas que se posicionavam como veganos aumentaram globalmente de menos de 0,5% para quase 5%.

12. Novos produtos quebrando paradigmas

A indústria de alimentos quebra paradigmas e aposta em novos produtos para atender aos desejos do consumidor. A lista é grande: sorvete salgado com azeite de oliva em substituição à gordura vegetal, pão de hambúrguer com resíduo da indústria cervejeira, creme vegetal de quinoa (similar ao requeijão) para veganos, creme de abacate tipo maionese, sem uso de óleos vegetais e palito comestível para picolé são alguns dos exemplos.

13. Tecnologia Crispr

Como aumentar a produtividade das terras cultivadas e a produção de leite e carne nas pastagens já existentes sem a aplicação excessiva de fertilizantes ou uso abusivo de água? A tecnologia Crispr permite explorar as características genéticas que podem aumentar o rendimento de várias culturas. O Crispr permite ligar e desligar de forma precisa os genes, e já está sendo utilizado em busca de um futuro sustentável de alimentos.

14. Dark kitchens

São as cozinhas fantasmas. Mas não há alma penada ali: trata-se de poderosas cozinhas que atendem apenas a pedidos online. Muitas vezes, servem a mais de um restaurante delivery, em compartilhamento de custos. Se popularizaram com os super aplicativos, como o IFood e o Rappi.

15. Robôs-chefs

A startup francesa Ekim construiu quiosques automatizados, com venda de pizzas 24h por dia. O produto é preparado por robôs-chefs. Segundo a startup, uma pizza é produzida em apenas 30 segundos. A Ekim estuda o mesmo processo para servir saladas, bebidas e sobremesas.

16. Robôs-chefs + entregadores

Por que não produzir a pizza enquanto o produto segue para a casa do consumidor? A Pizza Hut está desenvolvendo essa solução: enquanto o motorista segue para o seu destino, a pizza é produzida no próprio veículo. A entrega será muito mais rápida e a pizza chegará ainda mais fresca ao seu destino.

17. Dióxido de carbono supercrítico

É utilizado para pasteurizar alimentos naturalmente, eliminando o congelamento, a refrigeração, o uso de conservantes artificiais e reduzindo em 70% o uso de energia utilizada no processamento e distribuição.

18. Apps e delivery

Em tempos de pandemia, não podíamos fechar essa série sem falar no uso de aplicativos para delivery, seja por meio dos grandes players do mercado ou a partir de iniciativas próprias. O e-commerce veio para ficar na indústria alimentícia.

Sua empresa está pronta para as inovações na indústria alimentícia?

Essas inovações fazem parte da indústria 4.0, a transformação digital na indústria de alimentos. Para garantir o bom funcionamento da sua empresa nessa nova era, é necessário ter uma gestão integrada de todos os processos da sua empresa.

A Engine tem mais de 10 anos de experiência de mercado implementando ERP e serviços na Nuvem para empresas em processo de digitalização. Se sua empresa está pronta para viver as inovações da indústria alimentícia, entre em contato com a gente para saber mais como podemos ajudar.

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