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Como escalar a transformação digital nas indústrias

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Escalar a transformação digital em uma empresa não é, definitivamente, uma tarefa simples. É preciso dispor de tecnologia que atenda às distintas necessidades da organização, estabelecer e contar com uma liderança focada, e, primordialmente, manter o time de colaboradores motivado, comprometido em inovar e disposto a adotar uma nova cultura organizacional.

Mas como escalar a transformação digital nas indústrias? O que é preciso e como conduzir este processo, absolutamente vital para que a empresa enfrente e vença os desafios da indústria 4.0? Solicitamos a um dos nossos especialistas em processos de transformação digital que preparasse este conteúdo para explicar exatamente como esse processo deve ser implantado e implementado nas empresas. Porque se você também acha que a transformação digital depende exclusivamente de tecnologia de ponta, a leitura deste artigo é essencial.  

O que é transformação digital?

Para que uma empresa assuma e dê conta de todos os desafios que a indústria 4.0 impõe ao mercado, é preciso promover mudanças radicais em sua estrutura. O primeiro passo certamente é a implementação de uma tecnologia que permita a automação de todos os processos, o que permitirá à organização contar com dados em tempo real para a tomada de decisões gerenciais mais assertivas e com senso de urgência.

A transformação digital é, portanto, o processo de digitalização da empresa, quando ela deixa de ser analógica e passa a atuar digitalmente. Todos os processos, sem exceção, precisam ser digitalizados, saindo do papel e levados “para dentro do computador e da nuvem”. Somente a partir da automação – e da criação de processos inteligentes – será possível mudar todos os parâmetros de produtividade, combater o desperdício e o retrabalho, reduzir custos e apoiar a atividade-fim do negócio com respostas muito mais ágeis, just-in-time.

A cultura da transformação digital

Então é preciso investir em tecnologia, e pronto, certo? A tecnologia basta para que se transformar uma empresa digitalmente, é isso? Definitivamente, não!

A utilização da tecnologia é, sim, condição básica da transformação digital porque é preciso automatizar os processos, sem a qual não há empresa inteligente. Mas a mudança da cultura empresarial é fundamental, tão importante quanto!

Sem a implantação de uma cultura de transformação digital, a empresa simplesmente gasta uma fortuna com a compra de equipamentos de última geração mas não sabe o que fazer com aquilo. É como um sujeito que compra uma Ferrari, mas não sabe dirigir. O carro apenas enfeitará a garagem.

Do que adianta, por exemplo, ter dados em tempo real das vendas e não utilizá-los para repor os estoques rapidamente, evitando o desabastecimento? Ou rastrear uma entrega sem adotar o senso de urgência na operação?

A cultura da transformação digital dá suporte a este processo, dita caminhos, estabelece metas e, sobretudo, envolve a equipe.

As 3 perguntas básicas que devem ser respondidas

São apenas 3 as perguntas básicas que a empresa e o seu time devem saber responder, cujas respostas vão sustentar a implantação da cultura de transformação digital:

1. Por que este processo é uma prioridade para a equipe?

2. Que impactos este processo terá no dia a dia profissional?

3. Que apoio a equipe terá para alcançar o sucesso neste processo?

O envolvimento da equipe é condição básica

Este é um dos pontos mais importantes e emblemáticos de um processo de transformação digital: o envolvimento do time. Não há transformação, seja qual for, sem a adesão dos recursos humanos. Não há tecnologia, por mais revolucionária que possa ser, que traga resultados sem a participação dos colaboradores.

Assim como as chances de sucesso de uma empresa são quase nulas quando o time não veste sua camisa, a transformação digital será um fiasco sem a adesão de todos os colaboradores. Sabe por quê? Simplesmente porque são os recursos humanos que conduzem a empresa.

Antes mesmo da compra de computadores modernos e de alta capacidade, ainda antes do início da implantação da transformação digital, é preciso preparar o time para isso. Motivá-lo e comprometê-lo é vital, urgente, primordial e obrigatório!

Dados, o que fazer com eles?

Eis o ponto central da transformação digital. O que fazer com os dados que a automação oferece em tempo real? Como transformá-los em decisões gerenciais assertivas, que deem suporte e criem condições para uma produtividade ainda maior e resultados finais ainda melhores?

A consequência direta da automação e da adoção de processos inteligentes que a transformação digital proporciona é o acesso a dados sensíveis, profundos e em tempo real sobre todo o negócio. Utilizá-los à favor da produtividade, do combate ao desperdício, da redução de custos e da melhoria dos resultados finais é o grande desafio que a empresa tem diante de todo este processo.

Na automação e a partir da adoção de processos inteligentes, uma máquina pode notificar, por exemplo, que precisará de manutenção antes mesmo do problema acontecer e interromper a produção. Seria sensato abrir mão desta possibilidade? Esse é um exemplo da força que os dados just-in-time têm.

Interligar todos os setores da empresa e entender que os dados de um departamento – o de vendas, por exemplo – devem ser utilizados à favor do negócio por todos é fundamental na indústria 4.0. E a transformação digital promove exatamente isto – os dados são a um dos “protagonistas” do processo (o outro, claro, é o time de colaboradores). Eles devem ser colocados no centro da estratégia da empresa, nada menos do que isto.

O papel da liderança 5.0 na transformação digital

A liderança tem um papel fundamental na transformação digital: motivar o time de colaboradores, oferecê-lo todo suporte necessário neste processo e, o mais importante, conduzi-lo para uma nova cultura organizacional, voltada para os conceitos de empresa inteligente. 

O autor norte-americano Jim Collins,  da Universidade de Harvard e autor de “Good to Great” (publicado no Brasil com o título “Empresas feitas para vencer”), um dos mais importantes livros de negócios já escrito, classifica a liderança numa escala crescente, de 1.0 a 5.0.

Segundo ele, o líder 1.0 apresenta diversas capacidades individuais, o 2.0 acrescenta a isto capacidades para contribuir para a equipe, o 3.0  traz o foco na administração, o 4.0 é capaz de exercer uma liderança eficaz e, finalmente, o líder 5.0 tem todas estas características, e mais a humildade. 

No processo de transformação digital, o líder 5.0 viabiliza projetos que trazem mudanças profundas justamente porque joga os holofotes em direção à tarefa que tem em mãos, não a si mesmo. E a necessidade de uma mudança de cultura organizacional, que suporte a transformação digital e ajude a transformar o negócio em uma empresa inteligente, faz da liderança um papel vital em todo este processo.

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