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Engine aborda o conceito de Time to Value em webinar com a participação de Silvio Laban

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A Engine convidou nesta quarta-feira (23) o professor Silvio Laban, doutor em Administração de Empresas pela FGV, com 20 anos de experiência em organizações de serviços e varejo, para participar do webinar com o tema Time to Value (TtV). O termo abordado pelo especialista, ao lado do diretor executivo da Engine, Fabio Barnes, fala sobre o tempo entre a identificação de uma necessidade específica (um valor para o negócio) e o início da entrega deste valor.

Laban explica que existem dois conceitos, que estão ligados: a competição com base no tempo (existente há algum tempo), que é a maneira como as empresas reagem às mudanças. Portanto, um aspecto diferencial é a rapidez com que elas respondem. Existe também o conceito de valor, que tem a ver com aquilo que o consumidor percebe como resultado de uma transação ou de um relacionamento.

“Tempo e valor estão conectados, interligados. Se eu quero acrescentar mais valor para o cliente, eu preciso ser capaz de me adaptar a ele. Se ele está mudando rápido, eu tenho que ser ágil. Antigamente, as coisas levavam mais tempo para se transformarem, agora acontecem com muita rapidez. Essa é a síntese entre a ligação dos dois conceitos”, simplifica.

 

ebook time to value

Como as companhias podem se adaptar a este cenário?

De acordo com o professor, é preciso olhar para a organização e perceber onde podem ocorrer simplificações e como os padrões podem ser adotados e como evoluir com o tempo, por meio do conceito de melhores práticas. Atentando-se ao fato de que não existe uma fórmula mágica: cada empresa precisa aplicar aquelas que forem adequadas para as suas necessidades.

“A empresa precisa olhar para dentro e identificar em quais áreas é possível abrir mão da especificidade, da particularidade, para liberar tempo e recursos para focar em setores mais estratégicos e que possam agregar mais valor ao cliente. Eu ousaria dizer que muitas atividades de retaguarda e transacionais poderiam ser consideradas como opções para padronização. Em muitos casos, o valor estratégico está no uso da informação e não na sua geração”, analisa.

Como exemplo, podemos considerar soluções na nuvem, SaaS (Software as a Service), como elementos que nos trazem um potencial de simplificação, pois há uma redução significativa com questões ligadas à infraestrutura: “Essa pode ser, dependendo do tipo de organização, uma alternativa para simplificar os processos, no caso de gestão de tecnologia”, aponta Laban.

No entanto, é necessário analisar e entender os aspectos culturais de cada companhia. “As organizações têm momentos e características diferentes que precisam ser respeitadas nesse sentido”, encerra.

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