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Cinco passos para migrar suas aplicações críticas para a nuvem

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artigo_5 passos missao criticaA segunda onda de adoção da nuvem já começou! A discussão agora não gira mais em torno de adotar ou não a nuvem, mas em que nível adotar. E sobram motivos para ir muito além do front office! Segundo a consultoria IDC, empresas que adotaram nuvens mais maduras – caso de quem escolhe o modelo computacional para missão crítica – apresentaram US$ 1,6 milhão em receitas adicionais por aplicação implementada em nuvem (privada ou pública) e redução de custos de US$ 1,2 milhão por aplicação. Além da questão financeira, características como escalabilidade, maior capacidade para inovar, crescer e flexibilizar também contam pontos a favor.

Criamos um guia com as principais etapas para você, que decidiu levar sua aplicação de massa crítica para a nuvem, ter sucesso em seu projeto e comprovar todos esses benefícios na prática. Confira:

1) Defina objetivos: Segundo a IDC, apenas 1% das organizações dispõem de uma estratégia otimizada, enquanto 32% não possuem qualquer estratégia para abraçarem o modelo em nuvem. E talvez aqui esteja a resposta para tantos projetos de missão crítica, como os de ERP, falharem!

Para fugir das estatísticas, a dica é: tenha em mente os objetivos do seu projeto em nuvem! A primeira fase é a de descobrimento, onde você vai mapear as suas necessidades e entender de que forma o projeto ajudará sua empresa a atingir suas metas. É aqui que você define os critérios de sucesso que deverão ser perseguidos.

2) Atenção às regras de compliance: Compliance é um aspecto-chave da governança em TI. Por isso, outro ponto fundamental é ter certeza de que, com o projeto, os sistemas continuarão alinhados com padrões e regras que regem sua empresa ou vertical. Para isso, muita atenção a itens como políticas e recursos de segurança de dados, disponibilidade e desempenho. Veja, por exemplo, se o data center contratado conta com disaster recovery. Não se esqueça que a conformidade e o controle com o uso da nuvem também passam a ser compartilhados!

Sobre segurança, aqui vale um adendo: para adicionar controle, segurança, consistência, visibilidade e compliance à nuvem, foi criado o CASB (Cloud Access Security Broker, facilitador de acesso seguro à nuvem) – conceito validado pelo Gartner (tópico para um outro post) e que pode amparar CIOs com relação a essa questão. Vale aprofundar seus conhecimentos sobre ele.

3) Invista na gestão da mudança organizacional: Estudo ERP Report 2015 da Panorama Consulting conclui que as empresas que não alocam tempo, nem dinheiro à gestão da mudança organizacional são mais propensas a ultrapassar o budget e o cronograma de implementação, especialmente devido à resistência do usuário final e ao baixo uso do sistema.É hora de envolver os agentes de mudança e entender como estão desenhados os processos de sua empresa. Uma espécie de autoavaliação que leva o seu time a conhecer toda a empresa (regras de negócio, peculiaridades, regras tributárias, reconhecimento de todos os cadastros) e discutir melhorias que poderão ser implementadas com o projeto.

4) Teste, teste e teste de novo: Antes de colocar as aplicações em ambiente de produção, é preciso realizar uma série de testes integrados. Esse é o momento de colocar em xeque tudo o que foi aprendido ao longo do projeto, executando os processos de negócios (várias e várias vezes), com dados reais, em um ambiente de qualidade. O objetivo é produzir resultados e analisá-los.

5) É hora de desligar a chave do passado: Faça um checklist e veja se você já pode desligar a chave do seu data center- Todas as etapas foram cumpridas com sucesso?

– Os objetivos estão claros?
– O sistema e o modelo atendem suas necessidades?
– Estão de acordo com suas regras de negócio?
– Você escolheu um fornecedor seguro e confiável para a migração?
– Envolveu as pessoas certas?
– Os testes foram satisfatórios?

Se sua resposta foi sim para todas as perguntas, então bem-vindo à nuvem!
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