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    [ERP na Nuvem]

    Por que manter sistemas on-premise está custando mais do que você imagina

    12 de Janeiro de 2026

    Entenda os custos ocultos do on-premise e por que a permanência no legado pode comprometer competitividade, inovação e governança

    Por muitos anos, manter sistemas on-premise — dentro de casa, em servidores próprios — foi o padrão para empresas que buscavam controle e segurança. Mas o que antes era considerado o modelo mais confiável tornou-se, ao longo do tempo, uma das maiores fontes de custo invisível dentro das organizações.

    Mesmo assim, muitos líderes ainda acreditam que permanecer no on-premise é a alternativa “mais barata”. Mas na prática, não é.

    Quando observamos o ciclo de vida completo do ambiente, desde infraestrutura até risco operacional, fica evidente que o legado pesa muito mais do que aparece nos orçamentos.

    A seguir, exploramos os principais motivos pelos quais manter sistemas on-premise está custando — e muito — mais do que se imagina.

    1. Infraestrutura própria é cara — e se torna mais cara com o tempo

    Investir em hardware, servidores, armazenamento, rede e data centers é apenas o começo.
    O custo real está em:

    • manutenção recorrente

    • substituição de equipamentos obsoletos

    • refrigeração e energia elétrica

    • espaço físico

    • segurança física e lógica

    • contratos de suporte

    O problema? A obsolescência é inevitável. Equipamentos envelhecem, falham, precisam ser trocados — e o CAPEX inicial volta a aparecer em ciclos cada vez mais curtos.

    Na nuvem, esse custo desaparece. No on-premise, ele só aumenta.

    2. Manter equipes focadas em “apagar incêndios” sai caro

    Ambientes legados exigem:

    • aplicação manual de patches

    • gerenciamento de backups

    • updates de sistema operacional

    • monitoramento 24/7

    • respostas a incidentes

    • correção de vulnerabilidades

    Isso consome tempo, capacidade técnica e energia mental.
    E cada hora da equipe investida em manutenção é uma hora não investida em inovação.

    Na nuvem, grande parte dessas tarefas é automatizada, padronizada e já entregue pelo provedor.

    3. O risco de indisponibilidade é maior — e cada minuto parado custa caro

    Data centers locais dependem de:

    • energia estável

    • refrigeração

    • redundância interna

    • hardware confiável

    A falha em qualquer desses pontos derruba operações inteiras.
    E segundo estudos do setor, um único minuto de downtime pode custar milhares de reais — dependendo do negócio.

    Na cloud, ambientes distribuídos e redundantes tornam o downtime muito menos provável, além de minimizar impacto quando ocorre.

    4. A segurança no on-premise depende apenas da sua empresa

    E isso significa:

    • atualizações precisam ser manuais

    • vulnerabilidades demoram mais a serem corrigidas

    • práticas de segurança variam conforme maturidade do time

    • incidentes têm resposta mais lenta

    A maioria das violações de dados em empresas tradicionais está ligada justamente a infraestrutura legada e protocolos desatualizados.

    Na nuvem, provedores investem bilhões por ano em segurança — uma escala impossível de replicar no on-premise.

    5. O modelo financeiro trava a previsibilidade

    On-premise exige:

    • grandes desembolsos iniciais (CAPEX)

    • renovação de licenças

    • compra de hardware

    • custos imprevistos de manutenção

    Isso dificulta planejamento e previsibilidade.

    Na nuvem, o modelo OPEX permite:

    • pagar pelo uso

    • ajustar consumo conforme a demanda

    • prever crescimento de custos

    • eliminar desperdícios

    Ou seja, flexibilidade financeira, não rigidez estrutural.

    6. O legado limita inovação — e isso tem um custo alto

    Ambientes on-premise dificultam:

    • criação de novos produtos digitais

    • integração com tecnologias modernas

    • testes ágeis

    • desenvolvimento contínuo (CI/CD)

    • adoção de inteligência artificial

    • evolução do ERP

    Inovar se torna caro, lento e arriscado. E, em um mercado competitivo, a lentidão é um custo real.

    O custo de permanecer no on-premise é maior do que o de migrar

    Ao analisar apenas o preço visível, o on-premise parece vantajoso.
    Mas quando consideramos:

    • risco

    • tempo de equipe

    • indisponibilidade

    • segurança

    • inovação perdida

    • obsolescência

    • rigidez financeira

    fica claro que manter tudo “em casa” custa — e compromete — muito mais.

    A migração para a nuvem não deve ser vista como despesa, mas como estratégia para reduzir riscos, aumentar competitividade e liberar capacidade para inovação.

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