Manter sistemas legados parece seguro, mas esconde custos que afetam eficiência, inovação e competitividade
Quando líderes analisam ambientes on-premise, normalmente olham para custos diretos: licenças, servidores, contratos de manutenção.Mas o maior impacto do legado raramente aparece no orçamento.
Ele aparece na lentidão, no retrabalho, na baixa capacidade de adaptação e na perda de oportunidades.
Sistemas on-premise envelhecem de forma silenciosa. Customizações se acumulam, integrações se tornam frágeis e qualquer mudança exige projetos caros e demorados.
Esse cenário gera:
A TI passa a operar em modo defensivo, focada em manter o que existe — não em criar o que vem depois.
Outro custo invisível está nos dados. Ambientes fragmentados dificultam visão integrada, atrasam fechamentos e comprometem análises estratégicas.
Decisões passam a ser tomadas com base em:
Para o C-Level, isso significa decidir com menos confiança.
Sistemas antigos também afetam pessoas. Equipes perdem tempo com tarefas manuais, profissionais de TI se desmotivam e talentos buscam empresas com ambientes mais modernos.
O legado não apenas custa dinheiro — ele custa engajamento.
Muitas organizações mantêm o on-premise por receio do investimento em cloud. Mas, ao longo do tempo, os custos acumulados do legado superam — e muito — o valor de uma modernização planejada.
Plataformas cloud como o SAP S/4HANA surgem exatamente para eliminar esse acúmulo de complexidade, oferecendo evolução contínua e menor custo estrutural no longo prazo.
O maior risco do on-premise não é técnico. É estratégico. E o custo invisível de mantê-lo cresce todos os dias.